quinta-feira, 13 de junho de 2013

35 municípios do Estado podem perder recursos do Ministério do Turismo por obras pendentes com a Caixa

 
Quase 50 obras no Rio Grande do Norte que receberam recursos do Ministério do Turismo em 2011 e estão com o contrato suspenso terão até 28 de junho para regularizar o processo. Após o fim do prazo, os empenhos serão cancelados. Dos mais de 400 municípios do Brasil, 35 são do Rio Grande do Norte. As obras estão paralisadas ou não foram iniciadas devido a pendências com a Caixa Econômica Federal, como falta de licenciamento ambiental e comprovação de titularidade da terra.
 
De acordo com informações que o Blog do Marcos Dantas teve acesso os municípios são: Água Nova, Alexandria, Areia Branca, Assú, Baia Formosa, Bodó, Bom Jesus, Caiçara do Rio dos Ventos, Doutor Severiano, Frutuoso Gomes, Goianinha, Itajá, Janduís, João Dias, Jucurutu, Lages, Lagoa de Pedras, Major Sales, Maxaranguape, Natal, Nísia Floresta, Pau dos Ferros, Porto do Mangue, Pureza, Rafael Fernandes, Ruy Barbosa, São Bento do Norte, São Tomé, São Rafael, Senador Elói de Souza, Senador Georgino Avelino, Tenente Ananias,  Timbaúba dos Batistas, Tibau do Sul e Várzea.

Famílias do Minha Casa, Minha Vida terão 5 mil reais para equipar lares

 
O ministro das Cidades, Aguinaldo Ribeiro, anunciou nesta quarta-feira (12) uma linha de crédito de R$ 18,7 bilhões para os beneficiários do programa Minha Casa, Minha Vida adquirirem móveis e eletrodomésticos.  Cada família poderá financiar até R$ 5 mil com taxa de juros de 5% ao ano e prazo de 48 meses para pagamento. As prestações poderão ser pagas por boleto bancário ou por débito em conta. Cerca de 3,4 milhões de famílias devem ser beneficiadas com o "Minha Casa Melhor", como foi batizado pelo governo.
Para ter direito ao novo programa social, a família precisa estar em dia com as prestações do imóvel adquirido através do Minha Casa, Minha Vida. Os beneficiários poderão comprar geladeira, fogão, lavadora de roupas, computador, TV digital, guarda-roupa, cama de casal e de solteiro (com ou sem colchão), mesa com cadeias e sofá. As pessoas receberão um cartão magnético, emitido pela Caixa Econômica Federal. A linha de financiamento, de acordo com o ministro, estará disponível por 12 meses a partir da data de emissão do cartão.

Aeroporto Internacional de São Gonçalo vai se chamar “Governador Aluizio Alves”

 
A comissão de Cultura da Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira 12 o nome de “Governador Aluizio Alves” para o aeroporto internacional de São Gonçalo do Amarante. O empreendimento, em construção, na região metropolitana de Natal, tem inauguração prevista para a Copa de 2014. O nome do novo aeroporto é uma homenagem ao jornalista, ex-governador do Rio Grande do Norte, deputado federal e ministro Aluizio Alves.
A proposta é do deputado Henrique Eduardo Alves, atual presidente da Câmara e filho do ex-governador. Para o deputado Henrique Alves, ao justificar sua proposição, “o aeroporto de São Gonçalo do Amarante é uma obra fundamental, um marco para o desenvolvimento do Rio Grande do Norte. Representa para o povo potiguar uma arrancada no crescimento só vista na gestão modernizadora de Aluizio Alves, eleito governador em 1960. Um político a frente de seu tempo”, argumenta o deputado.

Biometria chega na reta final em mais 10 municípios do RN

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O Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Norte (TRE-RN) finaliza nesta quinta-feira (13) os recadastramentos biométricos nos municípios de Parelhas, Equador, Santana do Seridó, Areia Branca, Grossos, Tibau, Monte Alegre, Lagoa Salgada, Vera Cruz e Brejinho.
Os eleitores que ainda não fizeram o recadastramento deverão comparecer aos postos, levando o título eleitoral, documento oficial com foto e comprovante de residência, bem como cópias do documento de identificação e do comprovante de residência.
Durante o atendimento, serão colhidas impressões digitais e feita a fotografia do eleitor, que receberá o novo título.

segunda-feira, 10 de junho de 2013

O conflito entre os poderes, a PEC 33 e a PEC 37

Os debates em torno da proposta de emenda à constituição (PEC) 37, que atribui competência para investigação criminal às polícias e, portanto, tira o poder de investigação criminal dos Ministérios Públicos Estaduais e Federal e de outras instituições, e da PEC 33, que submete algumas decisões tomadas pelo Supremo Tribunal Federal (STF) ao poder Legislativo, como as súmulas vinculantes e as decisões proferidas em ações diretas de inconstitucionalidade (ADI) e ações declaratórias de constitucionalidade (ADC), têm causado indignações em diversos setores da sociedade.
A PEC 37 é conhecida como a “PEC da impunidade”, já que o Ministério Público tem atuação na investigação de crimes cometidos por agentes públicos e organizações criminosas, além da função de realizar o controle externo da polícia. Por outro lado, a PEC 33 está sendo vista como uma PEC que tira o poder de julgar do STF ou um “golpe à democracia”.
As duas PECs têm sido apontadas como uma revolta do parlamento contra o Poder Judiciário, em sua Corte Suprema, e contra o Ministério Público, que possui prerrogativas de poder apesar de, para muitos juristas, não ser considerado um poder. Estamos, portanto, discutindo atribuições e competências. Poder. Mas é mais que isso. Está havendo uma disputa pelo poder inclusive entre os parlamentares e o Executivo, com participação do Judiciário. Daí as questões envolvendo o projeto de lei sobre os novos partidos, fundo partidário e mudança de legenda.
Como está se falando em poder, é retomada a teoria da organização dos poderes. Até porque um dos maiores argumentos que tem embasado os críticos das PECs é a separação destes poderes, prevista na Constituição da República, que sequer pode ser sujeita à emenda constitucional. Mas qual sua relação com tudo isso?
Montesquieu – que escreve antes da revolução francesa e é considerado o “pai” da moderna teoria dos poderes – tem sido utilizado como argumento teórico nos debates. Mas na organização de poderes que o francês apresenta o poder judiciário é politicamente nulo. Ainda, ele previa claramente a interferência de um poder no outro. Montesquieu era nobre, herdou do tio uma fortuna e passa a ser o presidente do parlamento. Para ele, o governo moderado era a monarquia, em virtude da existência de corpos moderados: a nobreza é um deles. E o local da nobreza era a Câmara Alta do legislativo. Não há um poder judiciário forte em sua teoria, sequer uma separação: Montesquieu organiza os poderes, mas não separa. Por exemplo: ele defende que os nobres sejam julgados pela Câmara Alta do legislativo (logo, pelos nobres), mas argumenta que o rei não poderia julgar, criticando o fato de Luís XIII ter julgado um nobre. Seus escritos mais avançados quanto ao Direito envolvem a defesa de garantias individuais e processuais especialmente no julgamento de crimes. Ele cita Beccaria.
Se o Poder Judiciário foi crescendo politicamente de importância e participação, isso se deve ao ativismo que ocorreu nos Estados Unidos. As origens de um ativismo progressista são verificadas em decisões da Suprema Corte que passam a questionar as antigas relações e os antigos precedentes. Uma das decisões mais marcantes é a que declara inconstitucional a segregação racial em escolas públicas.
É nessa origem progressista e pela possibilidade de se efetivar direitos através do Judiciário que sua atuação ativa pode contribuir para a sociedade. Todavia, não há certeza de que ele será um defensor de garantias e direitos quando pensamos em sua atuação institucional. O conservadorismo, a corrupção e os conflitos políticos também se instalam em suas cadeiras. O Judiciário é um palco de divergências diante dos diferentes valores que seus membros possuem – reflexo das diferenças da própria sociedade. O STF sofre inúmeras influências, tanto dos demais poderes e seus membros como da opinião pública. Ele não é a “última palavra”, suas decisões estão inseridas num contexto e só serão no sentido da concretização de direitos se encontrarem espaço – e pressão – para isso.
Da mesma forma, o Ministério Público. Sua atuação combativa contra condutas que afetam a sociedade, como a corrupção, tem se mostrado um meio importante de identificá-las. Mas muitas de suas ações penais e investigações foram contra setores desprivilegiados da sociedade e mesmo contra movimentos sociais e de estudantes. Uma investigação criminal precisa de regras claras. Se há um questionamento no tocante a quem iria realizar o controle externo da polícia, cabe saber, então, quem iria controlar e fiscalizar o Ministério Público.
E o que está fazendo o parlamento ao querer que decisões do Judiciário sejam a ele submetidas? Reforçando seu poder e diminuindo o do outro. Mas isso é feito num contexto em que o Judiciário, de um lado, proferiu decisões inovadoras e, de outro, começou a se apresentar como um “salvador” do sistema brasileiro – quando não é e nem deveria ser.
Na teoria de Montesquieu, no parlamento estão os nobres – Câmara Alta – e os representantes do povo – Câmara Baixa. Na apropriação realizada pelos federalistas norte-americanos, estariam os representantes dos estados – Senado – e do povo – Câmara. Tal qual no Brasil. A discussão gira em torno da representação e de seus critérios.
Isso é o mais intrigante. Membros do Judiciário e do Ministério Público não são eleitos. Membros do legislativo são. É o povo que escolhe. E por que razão a tendência atual, no Brasil, em se confiar mais naqueles membros do que nesses eleitos? O que está acontecendo com nosso sistema político e com o sufrágio universal?
Na França, o sufrágio universal começa a ter força no golpe de Louis Bonaparte, que percebe que é melhor, para se manter no poder, estabelecer uma relação pessoal com cada um dos seus eleitores do que com partidos organizados. A manipulação de eleições e o personalismo vão ganhando adeptos. No Brasil, o sufrágio universal – juntamente com uma democracia recente, que vem após um período de ditadura militar, de uma dura repressão contra os críticos do sistema e que tem em sua história relações coronelistas que não foram superadas – mostrou que é e não é apenas um mecanismo de escolha de representantes: é, porque, no fim das contas, a função do sufrágio universal acabou sendo apenas escolher os candidatos; e não é, porque ele mantém essas antigas relações de poder, sem questioná-las.
Esse mecanismo de escolha de candidatos não permite mudanças significativas nas relações de poder. Evidente que há membros no parlamento que, tal qual no Judiciário e no Ministério Público, são comprometidos com a questão social. Mas essa organização de poder, por ser poder e por estar instalada em uma sociedade que não rompeu com as antigas relações – ainda que possa ter apresentado avanços – reproduz valores arcaicos. Tanto o tempo na televisão dedicado aos partidos como a distribuição do fundo partidário reforça a manutenção no poder dos que já estão.
A questão não é uma crise de representação política, essa “crise” é inerente a esse sistema. A complicada relação entre eleitores e eleitos, o precário sistema de prestação de contas, as dificuldades em se ter acesso ao que é feito pelo legislativo (e pelos demais poderes) combinam-se e, em certo modo, são consequência, de uma organização econômica, política e social que oprime os sujeitos e as classes subalternas em suas relações de trabalho, dificultando o debate político e a conscientização.
Se o legislativo é composto por tantos corruptos, por pessoas que defendem seus interesses e de sua classe, se a representação tem nos conduzido à elaboração de leis vinculadas a esses interesses, se deputados e senadores ocupam cadeiras de importância para o país com formação contrária ao que se espera deles (refiro-me, também, à Comissão de Direitos Humanos e a seu pastor presidente), isso é consequência da articulação e doutrinação realizada por setores conservadores e reacionários da sociedade, que se aproveitam do sistema instalado e que se esforçam para mantê-lo.
Por outro lado, é consequência da desorganização dos setores mais críticos. Ou seja, das dificuldades que os movimentos sociais e as organizações críticas ao sistema possuem de se organizar, de conscientizar, de elaborar propostas e políticas públicas capazes de encontrar respaldo social. Se vemos essa briga de poderes – olhando para cima – é porque a atividade de base e de formação não está sendo bem realizada. O verdadeiro poder soberano – do povo, dos subalternos, dos trabalhadores – é o que vem sendo sistematicamente usurpado pelos outros poderes.
Esse argumento de “separação” tem escondido os verdadeiros argumentos que estão em questão. Se os três poderes vindos da Idade Média se mantém dessa forma na sociedade contemporânea é porque eles reproduzem as antigas relações e, principalmente, porque há quem lucre com eles.
Fonte: Revista Forum

Presidente em exercício, Henrique Alves tem agenda interna no Planalto

O presidente da república em exercício, Henrique Alves, terá uma agenda interna na interinidade do cargo.
Até amanhã cedo, quando a presidente Dilma Rousseff reassume, nenhum compromisso externo, onde ele representaria o país.
Henrique chegou cedo ao Planalto e despachou com os assessores da Presidência, o ministro da Secretaria Geral, Gilberto Carvalho, e o chefe de gabinete, Gilles Azevedo.
Agenda que segue:

10h – secretário de Desenvolvimento do Estado do RN, Rogério Marinho (PSDB)
11h – governadora do RN, Rosalba Ciarlini (DEM)

Depois do almoço a agenda segue com audiência do presidente da Funasa e indicado do PMDB, Gilson de Carvalho, e em seguida com reunião de líderes partidários da Câmara.

Fonte: Blog da Thaísa Galvão

Inscrições para o concurso público da ALRN começam dia 10

As inscrições para o concurso da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte começam nesta segunda-feira, 10. A Fundação Carlos Chagas, responsável pelo certame, informa aos interessados que as inscrições poderão ser feitas até às 14h do dia 8 de julho exclusivamente pelo site  www.concursosfcc.com.brAs provas objetivas e discursivas (Redação/Estudo de Caso) serão realizadas em Natal, com previsão de aplicação para o dia primeiro de setembro, nos turnos manhã e tarde. A Fundação Carlos Chagas espera cerca de 30 mil inscritos no primeiro concurso da história da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte.
A ALRN está oferecendo 85 vagas distribuídas entre os níveis médio e superior, com salário inicial que varia de R$ 2.609,48 a R$ 17.025,00. Após inscrição no site da FCC, o boleto bancário estará disponível no mesmo endereço eletrônico para pagamento do valor da inscrição em qualquer banco do sistema de compensação bancária, sendo: R$ 89,00 (oitenta e nove reais) para os cargos de Analista Legislativo, todas as habilitações; R$ 98,00 (noventa e oito reais) para o cargo de Assessor Técnico do Controle Interno e R$ 68,00 (sessenta e oito reais) para os cargos de Técnico Legislativo, todas as habilitações.
As 85 vagas oferecidas estão assim distribuídas: Analista Legislativo (10 + 1 para candidato com deficiência), Arquitetura (1), Analista de Sistema (3), Biblioteconomia (2), Enfermagem (2), Engenharia Civil (1), Jornalismo (1), Medicina – Clínica Geral (2), Psicologia (2) e Assessoria Técnica de Controle Interno (1).De nível médio, os cargos são estes: Técnico Legislativo (43 + 3 para candidato com deficiência), Operador de Som (3), Programador (5+ 1 para candidato com deficiência), Taquigrafia (5+ 1 para candidato com deficiência) e Técnico em Hardware (4).
De acordo com a Fundação, os candidatos poderão se inscrever para vagas de nível médio e superior, pois as provas serão realizadas em dois turnos. Segundo informações do edital, no período da manhã, serão realizadas as avaliações para os cargos técnicos e no horário da tarde, para assessor e analista. Estando habilitado para tais cargos, o candidato poderá fazer as duas provas. A Fundação Carlos Chagas já realizou dois concursos públicos de Assembleias Legislativas, sendo um na Paraíba e um em São Paulo. 

Iniciativa Privada poderá construir um novo porto na região da Costa Branca

Nota fiscal com lista de tributos começa a valer a partir de hoje em todo Brasil



Entra hoje em vigor a lei que determina que notas fiscais devem informar a lista de tributos que pesam sobre o valor do bem ou do serviço adquirido.
As empresas serão obrigadas a listar até sete tributos em cada nota ou cupom fiscal emitido --ICMS, ISS, IPI, IOF, PIS/Pasep, Cofins e Cide.
Quem descumprir a lei pode ser enquadrado no Código de Defesa do Consumidor, que prevê sanções como multa, suspensão da atividade e cassação da licença de funcionamento.
As multas podem ir de R$ 400 a R$ 7 milhões.
Segundo o Procon-SP, nenhuma empresa será multada por descumprir a lei em um primeiro momento.
De acordo com entidade, a orientação inicial é que os Procons tenham posição mais educativa, verificando e esclarecendo consumidores e empresários.

Fonte: Folha de São Paulo

Greve no Detran completa um mês nesta semana



A greve dos servidores do Detran/RN completa um mês nesta quinta-feira(13) sem que o Governo do Estado tenha apresentado proposta alguma para que a paralisação chegue ao fim. De acordo com o comando de greve, a adesão ao movimento era de cerca de 60%, mas aumentou no último fim de semana em virtude da ação policial empreendida pelo PM, quando vários servidores do Órgão foram agredidos na sede do Detran.
 
Em decorrência, já no mesmo dia, todos os serviços da sede, da unidade do Via Direta e de Parnamirim foram suspensos assim que os servidores que não haviam aderido a greve souberam da truculência policial. A situação deve permanecer nesta semana, afetando serviços como vistoria e retirada de habilitação. Desde o início da semana passado, os PMs foram convocados pelo Governo do Estado para intimidar os grevistas do Detran. Em média, sete viaturas com cerca de 30 policiais monitoravam permanentemente os funcionários. Segundo informações colhidas também na sexta-feira, o comando da PM pretende destacar mais viaturas para conter o descontentamento dos servidores.

domingo, 9 de junho de 2013

Rio Grande do Norte poderá contar cinco novos municípios

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Com a aprovação do Projeto de Lei Complementar 416/08, prevê-se que cerca de 150 novas cidades sejam criadas no Brasil. Depois de passar na Câmara, a proposta será votada pelo Senado e estabelece regras para a criação, fusão e desmembramento de municípios.
Segundo levantamento do jornal De Fato, no Rio Grande do Norte, cinco localidades rurais ou distritos estão pleiteando a emancipação. A agrovila Maisa (Mossoró) e os distritos de Soledade (Apodi), São Geraldo (Caraúbas), Diogo Lopes (Macau) e São Bernardo (Luís Gomes) são os que têm as melhores condições de conseguir chegar à condição de município, que ainda será analisado pelo movimento potiguar nesta semana. Algumas outras localidades também chegaram a se mostrar dispostas a participar do processo, mas não têm número de pessoas e estrutura suficientes para o pleito.

CNJ: quase um terço dos tribunais descumpre ficha limpa

Dados do CNJ (Conselho Nacional de Justiça) mostram que de 90 tribunais sob os cuidados do órgão, 28 não cumprem integralmente uma resolução que exige ‘ficha limpa’ para contratação de funcionários comissionados, ocupantes de funções de confiança e terceirizados do Judiciário.
A medida está em vigor desde 2012 e vale para Justiça Federal, Eleitoral, estadual, Militar e tribunais de contas, além de tribunais superiores.

Até terça-feira presidência do Brasil será ocupada pelo potiguar Henrique Alves

8196Henrique acompanhado da noiva-blogueira Laurita recebendo a presidência da Dilma
O presidente da Câmara dos Deputados, Henrique Eduardo Alves, assumiu na noite deste sábado (8), a Presidência da República. Ele recebeu o cargo da presidente Dilma Rousseff, na Base Aérea de Brasília, às 18h, durante o embarque da presidente  para Portugal. A presidente vai participar das festividades de encerramento do Ano do Brasil. O Vice-Presidente, Michel Teme, também está em missão oficial no exterior.

Henrique Alves disse que assumia, interinamente, a presidência da República com humildade e responsabilidade. "É um misto de alegria, emoção e responsabilidade. É uma honra representar o Rio Grande do Norte num momento como este. Aluízio Alves, meu pai, também deve está muito feliz onde ele estiver", disse o Presidente em Exercício.

Fonte: Blog do Marcos Dantas

Enquanto Femurn propaga queda de 35%, Confederação Nacional diz primeira parcela do FPM de junho cresceu 11%

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Confusão na divulgação dos dados do Fundo de Participação dos Municípios (FPM), neste início de junho... A primeira parcela do decênio será depositada nesta segunda-feira (10), na conta de todas as prefeituras do país. No Estado, a Federação dos Municípios do Rio Grande do Norte (Femurn) comparou os dados da parcela com o do mês passado e chegou a uma conclusão que o FPM teve queda de 35%.
 
Sempre antes dos depósitos, a Confederação Nacional dos Municípios (CNM) emite informativos para as federações estaduais e divulga em seu site, balanço das parcelas do FPM. De acordo com o levantamento da Confederação Nacional de Municípios (CNM), este primeiro repasse de junho é 11% maior do que o mesmo mês de 2012, em valores deflacionados. Com esse resultado, o Fundo acumula no ano praticamente o mesmo valor, em termos reais, que o registrado em igual período do ano passado. Por tanto, sem perdas, como anda divulgando a Femurn.

Sonegação de impostos chega a R$ 415 bi por ano

Do Jornal do Brasil
Com o objetivo de mobilizar e esclarecer os cidadãos sobre a sonegação fiscal no Brasil, o Sindicato Nacional dos Procuradores da Fazenda Nacional (Sinprofaz) realizou um estudo que estabelece indicadores para a evasão fiscal. No endereço eletrônico www.sonegometro.com a população poderá acompanhar o placar da sonegação fiscal em tempo real e ter acesso a diversas informações sobre justiça fiscal no Brasil.
O resultado do estudo mostra que o país deixa de arrecadar R$ 415 bilhões por ano – o que corresponde a 10% do Produto Interno Bruto (PIB). O valor estimado de sonegação tributária é superior a tudo que foi arrecadado em 2011 de Imposto de Renda (R$ 278, 3 bilhões), a 90% do que foi arrecadado de tributos sobre Folhas e Salários (R$ 376,8 bilhões) ou a quase metade do que foi tributado sobre Bens e Serviços (R$ 720,1 bilhões).
Para se chegar ao índice de sonegação, o estudo selecionou 13 tributos que correspondem ao 87,4% do total da arrecadação tributária no Brasil (IR, IPI, IOF, INSS, COFINS, CSLL, FGTS, ICMS, ISS, dentre outros).

sábado, 1 de junho de 2013

Governo publica decreto que mantém desconto na conta de luz

O decreto que garante os descontos na conta de luz foi publicado na quarta-feira (29), em edição extra do "Diário Oficial da União". O dispositivo foi a maneira encontrada pelo governo federal para manter os abatimentos previstos na medida provisória 605, que não foi votada pelo Senado e perde a validade no dia 3 de junho. A redução da tarifa de energia elétrica foianunciada em setembro do ano passado pela presidente Dilma Rousseff.
Em entrevista na quarta, o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, explicou que o decreto presidencial possibilita à Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) autorizar à Eletrobras o uso dos recursos da Conta de Desenvolvimento Energético (CDE) para que sejam enviados às distribuidoras de energia elétrica. O adiantamento envolverá um total de R$ 2,8 bilhões, segundo ele, e também contemplará repasses que usinas térmicas teriam a receber entre junho e dezembro deste ano.
No início da semana, a MP que garantia os descontos foi aprovada na Câmara, mas o Senado não votou o texto. O presidente da Casa, Renan Calheiros (PMDB-AL), afirmou que os senadores não vão mais analisar matérias que cheguem ao Senado menos de sete dias antes de perderem a validade, como era o caso da MP 605. 
A estratégia do governo para substituir a medida provisória foi incluir os dispositivos dela em outra MP que tramita no Congresso, a 609, que trata da cesta básica. Enquanto a nova MP não é aprovada, o decreto que possibilita o adiantamento dos repasses serve para manter os descontos na energia elétrica.
Desconto na conta de luz
A redução das tarifas de energia elétrica foi anunciada em setembro do ano passado pela presidente Dilma Rousseff. Após o anúncio, a lei 12.783, que renovou as concessões do setor de energia e permitiu o barateamento da conta de luz dos brasileiros, foi sancionada em janeiro.
Para os consumidores residenciais, a conta de luz caiu, em média, 18%. Para indústria, agricultura, comércio e setor de serviços, o desconto alcançou até 32%.
Para bancar a queda no custo da conta de luz, o governo deve gastar R$ 19 bilhões em indenizações às empresas do setor elétrico e mais R$ 3 bilhões por ano para o fundo criado para compensar as reduções de encargos.
Ao anunciar a queda das tarifas, o governo ofereceu a todas as transmissoras e distribuidoras de energia elétrica brasileiras que tinham contratos vencendo até 2017 a possibilidade de renovarem as concessões antecipadamente. Em contrapartida, impôs novas condições, pagando menos pelos serviços.
A renegociação desses contratos era indispensável para o Executivo conseguir baixar as tarifas para os consumidores. Porém, algumas empresas, especialmente aquelas sediadas em estados administrados por partidos que fazem oposição ao governo federal, se recusaram a acatar as condições do Palácio do Planalto.
Para viabilizar os descontos de energia elétrica, Dilma decidiu publicar a medida provisória que garantiu recursos para compensar a diferença financeira gerada no momento em que parte das concessionárias não aceitou prorrogar os contratos em troca de uma menor remuneração.

Fonte: G1

As revoluções simultâneas de Dilma


A Lei de Responsabilidade Fiscal de Fernando Henrique Cardoso foi um dos últimos atos da república oligárquica brasileira, atenta à estabilidade da moeda e fiadora de contratos. Necessária, sem dúvida, mas Campos Sales, se vivo, aplaudiria de pé em nome dos oligarcas. Mas já não ficaria tão satisfeito com que o veio a seguir. Depois de promover drástica rearrumação nas prioridades de governo, o presidente Lula instaurou no país uma trajetória de crescimento via promoção social deixando para trás, definitivamente, a memória de Campos Sales e de seus rebentos tardios. Milhões de famílias secularmente atreladas às sobras do universo econômico foram a ele integradas como ativos atores e consumidores. Desde agora, para desgosto de alguns e expectativa de todos os demais, a história do Brasil não se fará sem o concurso participante do trabalho e das preferências desse novo agregado a que chamamos de povo.

Com Dilma Rousseff instalou-se a desordem criadora, aquela que não deixa sossegada nenhuma rotina nem contradição escondida. Não há talvez sequer um segmento da economia, dos desvãos sociais e das filigranas institucionais que não esteja sendo desafiado e submetido a transformação. Da assistência universal à população, reiterando e expandindo a trilha inaugurada por Lula, à reformulação dos marcos legais do crescimento econômico, à organização da concorrência, à multiplicação dos canais de troca com o exterior, ao financiamento maiúsculo da produção, aos inéditos programas de investimento submetidos à iniciativa privada, a sacudidela na identidade nacional alcança de norte a sul. A cada mês de governo parece que sucessivas bandeiras da oposição tradicional tornam-se obsoletas. Já eram.

O tempo é de revoluções simultâneas, cada qual com seu ritmo e exigências específicas, o que provoca inevitáveis desencontros de trajetos. Uma usina geradora de energia repercute na demanda por vários serviços, insumos, mão de obra, criando pressões, tensões, balbúrdias. Li em Carta Maior (9/4/13) que a Associação Brasileira de Tecnologia para Equipamentos e Manutenção informa que, no Brasil, convivem hoje 12.600 obras em andamento e agendadas até 2016.


Ainda segundo a mesma fonte, das 50 maiores obras em execução no planeta, 14 estão sendo realizadas no país. Claro que os leitores não serão informados pela mídia tradicional. A monumental transformação do país, que não precisa apenas crescer, mas descontar enorme atraso histórico, produz entrechoques das dinâmicas mais díspares, o que surge, na superfície, como desordem conjuntural. É, contudo, indicador mais do que benigno. Mas disso os leitores só são informados em reportagens e manchetes denunciando o que estaria sendo o atual desgoverno do país. Qual…

Os melhores informativos do estado geral da nação encontram-se nos portais do IBGE, do IPEA e afins. Os antigos jornalões apequenaram-se. São, hoje, nanicos.

Por Wanderley Guilherme dos Santos, no blog O Cafezinho:

Argentinos e Cubanos desenvolvem vacina para combater câncer de pulmão


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Cientistas e pesquisadores argentinos e cubanos desenvolveram uma vacina que ajuda a combater o câncer de pulmão. O medicamento, resultado de 18 anos de pesquisa, começa a ser comercializado na Argentina em julho. Laboratórios de 25 países, entre eles o Brasil, México e Uruguai estão interessados em obter a licença de fabricação.
O câncer de pulmão é um dos mais agressivos e mata 1,38 milhão de pessoas por ano no mundo, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). A vacina foi desenvolvida por um consórcio de empresas privadas e do setor público, da Argentina e de Cuba.

Médicos reduzem visitas a Netinho para evitar infecções



Com o objetivo de evitar os riscos de infecções, os médicos do Hospital Sírio Libanês, em São Paulo, reduziram a quantidade de visitas ao cantor Netinho, que está internado na Unidade de Tratamento Intensivo (UTI).
O artista segue respirando com a ajuda de aparelhos e está sedado. ontem sexta-feira, 31, ele passou por um exame de tomografia e, de acordo com os médicos, teve um resultado positivo.
Netinho foi transferido para o Hospital Sírio Libanês no dia 10 de maio. Ele apresentou melhora no quadro de saúde, mas na última quinta, 30, sofreu uma nova hemorragia cerebral.

Presidenta Dilma Rousseff também assinará ordem de serviço da Barragem de Oiticica que beneficiará o Seridó



Na agenda que vai cumprir no Rio Grande do Norte, nesta segunda-feira (03), a presidenta Dilma Rousseff também assinará a ordem de serviço para a construção da Barragem de Oiticica, em Jucurutu, beneficiando a região Seridó e Vale do Açu. 
Dilma Rousseff deve desembarcar no Aeroporto Internacional Augusto Severo às 10h50, seguindo direto para o Centro Administrativo, onde, acompanhada da governadora Rosalba Ciarlini, irá entregar os equipamentos aos prefeitos dos municípios do Rio Grande do Norte. Em seguida, a presidenta da República seguirá para o auditório da Escola de Governo Cardeal Dom Eugênio Salles, local em que fará discurso.
Além da cerimônia de entrega, também há a previsão dos seguintes atos: lançamento do edital de licitação das obras complementares da duplicação da BR-101/RN referentes às obras remanescentes que incluem vias marginais, drenagem e dois viadutos; assinatura do acordo de cooperação do programa Brasil Mais Seguro entre o Ministério da Justiça e o Governo do Estado; assinatura da ordem de serviço das obras de construção do Museu da Rampa e do Memorial do Aviador e; anúncio de liberação de recursos para reforma e ampliação do Centro de Convenções de Natal. No Centro Administrativo, vão entregar 149 motoniveladoras aos municípios atingidos pela seca. É importante ressaltar que a pré-agenda pode sofrer alterações.