
"Drogas viciam e matam e o comércio delas não deve ser permitido."

No pedido encaminhado ao corregedor do Senado, Romeu Tuma (PTB-SP), Simon pede que Collor "explicite os fatos de que fez ilação" na sessão plenária. "A interpelação é fundamental para o esclarecimento dos fatos, resguardo de minha honra e de minha biografia pessoal e política", diz Simon no pedido.
Questionado por jornalistas sobre a decisão de Simon, Collor respondeu ironicamente. "Manda ele [Simon] para...". O senador não completou a frase e entrou rapidamente em seu carro ao deixar o Senado nesta terça-feira.
O ex-presidente não quis comentar o episódio da troca de acusações com Simon ao longo do dia. No acalorado debate em plenário, Collor chegou a pedir que o peemedebista engolisse suas palavras antes de mencionar o seu nome.
"São palavras que não aceito sobre mim e minhas relações políticas. São palavras que eu quero que o senhor as engula e as digira como achar conveniente. As minhas relações com o senador Renan Calheiros são relações conhecidas, são relações das quais em nenhum momento eu me arrependi. Estivemos distantes em alguns momentos, estamos juntos em outros momentos", afirmou Collor.
O ex-presidente que está em "trincheiras opostas" a Simon. "Não aceito que o senhor fale dessa forma de um ex-presidente [Sarney] que governou o Brasil e cumpriu com grandeza e maestria todo o seu mandato. Está sendo vitimado por acusações de todas as naturezas. Sei o que é isso porque passei por isso em escala maior, e sei como tudo isso é forjado."
O embate teve início depois que Simon defendeu o afastamento de Sarney da presidência do Senado. Collor reagiu depois que Simon mencionou a ligação do ex-presidente com Renan. Assim como Collor, Sarney não quis comentar a crise política na Casa. O senador prometeu fazer discurso em plenário amanhã para explicar a série de acusações que acirraram o clima no Senado.
O contra-ataque dos aliados do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), no Conselho de Ética da Casa, começou horas antes do colegiado começar a analisar as acusações contra o peemedebista. O PMDB apresentou nesta quarta-feira uma reclamação no conselho por quebra de decoro parlamentar contra o líder do PSDB, Arthur Virgílio (AM).
Assinada pela presidente em exercício do partido, deputada Íris de Araújo (GO), o PMDB denunciou o tucano por ter mantido por 18 meses o pagamento de um servidor de seu gabinete que estava estudando na Espanha
A representação foi uma resposta do líder do PMDB, Renan Calheiros (AL), à movimentação de Virgílio, que pressionou o PSDB a transformar suas denúncias contra Sarney em representações, aumentando para 11 as acusações contra o presidente do Senado. Renan afirma que a situação de Virgílio é mais delicada porque ele confessou em plenário a irregularidade.
A medida não surpreendeu o tucano, que anunciou que vai devolver mais de R$ 210 mil aos cofres da Casa como ressarcimento às despesas desse assessor que continuou recebendo vencimentos mesmo estando na Europa.
O senador depositou R$ 60.696,58 na semana passada e ainda vai pagar três parcelas de R$ 50 mil. O valor total a ser pago, segundo a diretora de Recursos Humanos, Doris Peixoto, é de R$ 210.696,58.
"Conversei com a Doris e encontramos uma fórmula segura de corrigir isso. Vou devolver o dinheiro e sair disso sem dever um tostão", disse o senador.
Virgílio vendeu um terreno de sua mulher para pagar a primeira parcela e, segundo ele, o dinheiro deve garantir o pagamento de outras duas parcelas. O ressarcimento da última parte deve ser feito com o ganho na venda de um carro.
A gestão da enfermeira Fafá Rosado resolveu iniciar o queima nas suas hostes. O JOM - Jornal Oficial de Mossoró deverá vir em sua próxima edição com um listão dos cargos comissionados exonerados ou, melhor dizendo, demitidos.
Com essa notícia muitos cargos comissionados estão com os nervos a flor da pele. Segundo as informações colhidas pelo blog, a ordem é para exonerar o povo que não está afinado com a turma do palácio. Sendo assim, supõe-se que aqueles que não tiverem ligação direta com o Fafaísmo estarão propensos a degola.
Essa atitude da prefeitura mostra que o erário público tem limites para descalabros. Faz muito tempo que a oposição e setores da imprensa batem pesado na grande quantidade de cargos comissionados na administração pública de Mossoró. Todo cofre tem um fundo!
Tudo indica que a coisa vai pegar fogo na corte, pois os desmandos com o dinheiro público começaram a dar o troco a turma do palácio. E, aparentemente, eles estão comendo o pão que o diabo amassou para poder salvar os dedos, pois os anéis deverão perder.
O que está acontecendo é mais um exemplo que contribui para que o povo dessa cidade decida soltar suas amarras. Não é possível essa oligarquia Rosado fazer o que bem entende em Mossoró e povo continuar os elegendo para perpetuarem o processo de usurpação. Espero que o povo um dia abra os olhos e vá de encontro a esse povo que antes de adorar Mossoró se adoram.
"Existem os futurólogos do caos que escrevem um monte de besteira. Saiu na imprensa que nós teríamos milhões de casos. (Fazem projeção) em cima do modelo matemático feito para um vírus diferente de uma doença que não existiu. Chega a ser patético”.
A frase-análise é do ministro da Saúde, José Gomes Temporão, na Folha de S.Paulo de hoje, ao falar sobre a matéria do jornal com o título "Para ministro, é um "disparate" adiar aulas”.
fato é que independente da decisão de vários Estados (MG, SP, PR e RS) de adiar o início das aulas, existiu sim uma tentativa alarmista e criminosa por parte de vários órgãos de imprensa - inclusive da própria Folha, criticada pelo ministro - de exploração política da pandemia.
Não fazer exploração política ou negócios com a saúde
Isso não significa, evidentemente, que os governadores e secretários de saúde estaduais e municipais estejam totalmente errados em adiar o início das aulas, particularmente no caso das frequentadas por crianças, como tem destacado vários especialistas.
Mas, a rigor, teríamos que proibir a ida a qualquer tipo de festa, supermercado, shopping center, entre outros locais de aglomeração pública, medida que só pode ser adotada em caso extremo, já que poderia levar à paralisação da economia, com a suspensão também do trabalho.
Como se trata de uma pandemia e de um vírus sem vacina - além do agravante nos casos de grupos de risco - tudo o que não podemos aceitar é a irresponsabilidade dos meios de comunicação ou a omissão das autoridades.
Não é hora de se fazer jogo político ou negócios com a saúde pública e a segurança da comunidade, e sim de agir em sintonia com o interesse público e a defesa da sociedade.

A ex-diretora da UNE e deputada federal Manuela D'Ávila (PCdoB-RS) apresentou na Câmara o projeto-de-lei 5207/09, que reserva 15% dos recursos do Fundo Nacional de Habitação de Interesse Social (FNHIS) para a jovens entre 18 e 29 anos. Ele já tramita em caráter conclusivo pelas comissões de Desenvolvimento Urbano, Finanças e Tributação, de Constituição e Justiça, e de Cidadania
Um dos gargalos do déficit habitacional brasileiro é a coabitação precária, onde mais de um núcleo familiar reside no mesmo imóvel por falta de recursos financeiros, casos em que descendentes que permanecem morando com avós, pais, tios, sogros ou padrastos, após a formação de uma nova família. Este é considerado o principal fator que impede os jovens de formar novos domicílios e retarda sua saída da casa dos pais.
56,3% das famílias secundárias (essa modalidade descrita acima), segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), vivem neste contexto.
Uma iniciativa excelente que, além de produzir bem estar, promove a conquista da casa própria pela juventude de baixa renda.
O movimento gay comemora o pedido da Procuradoria Geral da República para que o Supremo Tribunal Federal (STF) torne obrigatório o reconhecimento da união civil entre homossexuais.O presidente da Associação Brasileirade Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT), Toni Reis, disse que uma eventual vitória na Corte pode reduzir o preconceito e permitir a adoção de crianças por casais de pessoas do mesmo sexo.

Motoristas de táxi terão direito a uma linha de crédito de R$ 200 milhões, aprovada pelo Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT). O benefício será direcionado à pessoa física, titular de concessão legal expedida pelos órgãos competentes que regulam a atividade de taxista. O Serra andou espalhando por aí que pode desistir da candidatura à Presidência da República. É o boato forte das últimas duas semanas.
Jornalistas que eu respeito acham que os fatos recentes conspiram contra Serra. Realmente, podemos listar alguns...
1) A economia não emburacou como os tucanos esperavam; a política anti-cíclica comandada por Mantega deu resultado e o Brasil já voltou a crescer.
2) Dilma decolou, contra os prognósticos (ou seria melhor dizer contra a torcida?) de "colunistas" que acreditavam ser difícil pra Lula transferir popularidade a uma ministra pouco conhecida do grande público.
3) O PSDB segue sem discurso; vai falar mal do Bolsa-Família, como faz certa elite paulistana e carioca? Vai defender menos Estado na economia? Como, se até Obama virou sócio da GM? Vai defender a "moralidade" e os bons costumes?
4) Serra estaria a enfrentar dificuldades para captar recursos entre a alta burguesia brasileira.
Tudo isso, de fato, conspira contra o tucano. Mas não acredito que ele tenha - nem de longe- desistido da candidatura. O que Serra fez foi um recuo tático. Ele sabe que , se permanecer no noticiário agora como candidato, terá que vestir o figurino do anti-Lula. Derrota certa. Como enfrentar um presidente que beira os 80% de aprovação?
Por isso, Serra recua, finge que tira o time de campo. Mas segue vivo. Vai atuar nos bastidores.